A Organização Mundial de Empresas

A ICC responde ao Coronavírus

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O secretário-geral da ICC, John WH Denton AO, respondeu ao surto do coronavírus, que infetou milhares de pessoas, levando à morte de mais de 2.000 pessoas.

Em mensagem à rede global da ICC, John Denton referiu: “Empresas de todo o mundo têm atuado para apoiar o governo e a população da China nos seus esforços de resposta ao coronavírus. Enquanto representantes institucionais globais de muitas empresas na China e nos países recém-afetados pelo vírus, devemos também demonstrar o nosso apoio.”

John Denton ressaltou que contribuir para um esforço coordenado para a proteção de vidas, dos meios de subsistência e da economia global é compatível com o objetivo da ICC de permitir que as empresas garantam paz, prosperidade e oportunidade para todos.

Emitido no mesmo dia em que a Organização Mundial de Saúde (OMS) declarou o surto como uma emergência global, John Denton referiu que a ICC também tem vindo a tomar precauções para proteger a sua equipa mundial dos potenciais riscos à saúde causados pelo coronavírus. Para além disso, John Denton prestou uma mensagem de esperança e apoio aos membros da crescente rede da ICC na China - incluindo representantes e colegas da ICC na China, bem como membros chineses do ICC Executive Board

"Já podemos começar a analisar o impacto devastador que esta potencial pandemia terá nas comunidades, tanto a nível humano, quanto económico", referiu John Denton. "A ICC tem vindo a trabalhar para identificar formas eficazes de apoiar as autoridades locais, reunindo a rede global da ICC para fazer os possíveis para apoiar aqueles que buscam mitigar os efeitos do vírus."

Numa entrevista à rede internacional de televisão France 24, sobre o potencial impacto do vírus na economia global, o diretor de Global Policy da ICC, Nikolaus Schultze, mencionou que a epidemia já está a ter um impacto negativo, liquidando $1,4 bilhões de dólares americanos dos mercados globais, com impacto inicial sobretudo nos setores de automóvel, luxo e viagens.

Nikolaus Schultze referiu que atualmente a China encontra-se numa situação bastante diferente da ocorrida durante o surto de SARS em 2003, quando a epidemia atingiu uma economia enfraquecida - com a menor taxa de crescimento dos últimos 30 anos. Mas, ao mesmo tempo, a economia chinesa tem agora um peso e uma interconexão muito maior na economia mundial, enquanto o setor de serviços teve uma participação maior no seu PIB. Por este motivo, Nikolaus Schultze acredita que a China, e a economia mundial, estão mais vulneráveis às consequências de um surto prolongado.

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